Você termina de trabalhar, mas o corpo não desliga. Fica ali, ocupado, como se parar fosse, de algum jeito, arriscado.
Essa é uma prática guiada de autocompaixão, baseada na Pausa Compassiva (Kristin Neff) e no toque calmante (Terapia Focada na Compaixão, Paul Gilbert), para oferecer ao seu sistema nervoso uma experiência real, pequena, de que parar agora não traz nenhum problema.
Não é sobre relaxar de qualquer jeito. É sobre repetição: cada vez que o corpo sente que parar é seguro, fica um pouco mais fácil confiar nisso na próxima vez.
Essa prática acompanha o texto “Produtividade não precisa ser fuga”, onde eu explico por que o corpo confunde estar ocupada com estar segura, e o que a ciência mostra sobre romper esse ciclo.
Espero que essa prática te ajude.
Com carinho,
Paula.